A sociabilidade e a dependência uns dos outros são marcas da espécie humana. Embora não únicas.
Seres humanos levam muito tempo até se tornarem "independentes". Chegamos até aqui, incluindo todos os avanços conquistados, graças à sociabilidade. O compartilhar da informação é sempre útil, e isso ocorre através do convívio social.
Pessoas solitárias, não sociáveis, têm mais problemas de saúde, consequentemente vivem menos. Compartilhar experiências favorece a todos.
Embora na fase adulta tenhamos o hábito de falar em independência, de certa forma, somos todos dependentes uns dos outros. Tanto a saúde física quanto a mental, passa também pelas relações sociais saudáveis.
A sociabilidade também se aprende, se treina, é possível exercitar.
Para quem está disposto a aprender, até as formigas têm algo para ensinar. Em tudo há aprendizado. Às vezes a tolerância é um ótimo exercício. Aí é que o sábio se diferencia do dito inteligente. Aliás, inteligência em uma área, e completamente desprovido dela em outra.
Seres humanos, por uma questão evolutiva e de sabedoria natural, vivem melhor quando entendem que a ajuda mútua é benéfica para todos. Quem se isola tem mais a perder do que a ganhar.
Deve-se estar atento para não tornar a dependência benéfica, onde um ajuda o outro, em dependência patológica. A idade de um adulto, mas a vida emocional é de uma criança birrenta cheia de necessidades não atendidas. Ou sempre dependente da opinião dos outros.
"Porque o espetáculo da vida é viver plenamente".
Waldez Pantoja

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