sábado, 8 de outubro de 2022

O que vemos, o que percebemos?

 

O que dói, ensina. (Benjamin Franklin).

- Senhor, por que chora o cão? 

- Chora porque está deitado em cima de um prego. 

- E por que não se levanta? 

- É porque não dói tanto...

Nem sempre o inimigo vem de um lugar distante, equipado com um potente tanque de guerra. O inimigo pode nascer dentro de cada um de nós.  A dificuldade em lidar com as situações interpostas em nosso caminho. Frustrações; demandas não atendidas; emoções fora do nosso controle consciente; nossos medos; hábitos e crenças limitantes; informações acima da nossa capacidade de absorvê-las; dúvidas criadas sobre um futuro sombrio; expectativas exageradas; e tantos outros.

Como não queremos abrir mão de uma posição que assumimos como certa, a melhor, a única que vale a pena, perdemos uma ótima oportunidade de aprendizado. Tornamos-nos cegos e surdos para tudo que venha a nos contrariar e abalar nossa estrutura.

Quanto mais investimos em um comportamento, maiores e mais fortes se tornam as raízes que o sustentam. Chega um momento que a mudança necessária se torna tão desafiadora que concluímos nem valer a pena mudar. Deixa como está! Há uma saída; mudar o comportamento, o hábito, a percepção.

Certa vez ouvi o Prof. Luiz Marins dizendo, "só há uma maneira de ir até a porta, é indo" -  pode-se traçar centenas de planos, mas sem o movimento em direção à porta, nada acontecerá.

Remova sua opinião do assunto e o “Fui prejudicado” é removido também. Remova o “Fui prejudicado” e o dano será removido. (Marco Aurélio, Meditações).


Waldez Pantoja

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