As nossas emoções estão sempre de prontidão. Havendo um estímulo, elas se manifestam. Algumas nos trazem imensa satisfação, outras minam as nossas forças e nos colocam em situação crítica. Em vista disso, precisamos aprender a proteger nossas emoções.
Segundo Robert Leahy, as emoções evoluíram para nos alertar, nos proteger e nos conectar uns aos outros, independente de como venhamos a classificá-las, positivas ou negativas. Na verdade, são apenas adaptativas.
De repente, somos emocionalmente sequestrados. As coisas saem do controle e já não mais apresentamos nenhum raciocínio lógico, nos tornamos máquinas de respostas automáticas e desenfreadas. Agredidos, falamos o que não devíamos, tentamos nos proteger a qualquer custo. Alto custo mesmo, porque certas emoções em certa intensidade, podem inclusive afetar nossa saúde física e mental.
Se alguma coisa externa lhe causa angústia, não é a coisa em si que o perturba, mas seu julgamento a respeito. E isso você tem o poder de eliminar agora. (Marco Aurélio, Meditações).
O que fazer? O que quer que alguém diga a seu respeito, não dê ouvidos; não é da sua conta. (Epiteto). A resposta é trabalhar a autoconsciência, ajustar nosso padrão diante dos estímulos propostos que são diários e contínuos.
Waldez Pantoja

Nenhum comentário:
Postar um comentário