Há três palavras que costumam confundir o leigo quando o assunto são os remédios. São elas: remédio, medicamento e fármaco. Você sabe a diferença?
Grosso modo, pode-se dizer que todo medicamento é um remédio. Mas nem todo remédio é um medicamento, ou contém um fármaco na sua fórmula.
Medicamento: aquela substância que se compra na farmácia, geralmente com uso de uma receita médica. Esses medicamentos contém os fármacos, ou seja, substâncias químicas na sua formulação.
Uma massagem pode servir como remédio, embora não seja classificada como medicamento. O remédio alivia a dor e também cura, embora nem sempre seja um medicamento.
Tanto os medicamentos quanto os remédios, podem apresentar contraindicações, reações adversas, e até efeitos colaterais. Isso pode assustar muitos.
Há remédios altamente eficazes — devem ser usados com moderação e sempre certificar-se das contra indicações, risco de causar dependência.
Uma conversa com um amigo; um conselho; o perdão; a psicoterapia; a autorreflexão; a respiração, os exercícios físicos, a nutrição, interações sociais, a verdade; todos eles podem servir como remédio. Mas cuidado, precaução com os efeitos colaterais. Existe uma palavra conceito para o remédio; o equilíbrio, sempre respeitando a dosagem que cura e alivia tanto o corpo quanto a alma.
Waldez Pantoja

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