O termo emoção traz a seguinte ideia: mover, colocar em movimento, um conceito muito próximo da palavra motor, aquilo que faz com que algo se mova. Uma força geradora de uma ação em resposta a um determinado estímulo.
As emoções são necessárias, não são nem positivas nem negativas, apenas adaptativas. Nós é que tratamos de categorizá-las. Ou seja, tanto a raiva quanto a alegria, têm uma função. Quase sempre funcionam como um alerta.
Quando fora de controle, uma emoção pode se tornar uma verdadeira fonte de transtornos. Não devido a emoção em si, mas por causa da resposta acionada. Algumas respostas são rápidas e automáticas.
Nós temos a chave de dois velhos baús; os baús das emoções. Há sempre uma opção, e podemos decidir qual deles queremos abrir. Um irá liberar boas recordações, o outro, algumas não tão agradáveis. Se não abrirmos com frequência, a fechadura fica emperrada.
De repente, uma lembrança, quem sabe alguma experiência desagradável, isso aciona a mesma emoção sentida em um tempo que não mais nos pertence, o passado.
Precisamos parar de vez em quando e fazer um balanço. Sentar e determinar em nosso íntimo o que tem realmente valor e o que não tem. (Sharon Lebell).
"É estupidez pedir aos deuses aquilo que se pode conseguir sozinho." (Epicteto). Agora é uma decisão: qual baú queremos abrir?
Waldez Pantoja

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