sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

NOTÍCIAS FALSAS E A RESPONSABILIDADE SOCIAL

 


Atribuímos valor a diferentes ideias com base no que é mais importante para nós. A partir do momento que uma informação é aceita como verdadeira, ela pode facilmente ser repercutida como verdade. 


Geralmente quem compartilha uma notícia falsa, o faz por acreditar ser real. Nosso cérebro não lida bem com a falta de explicação sobre determinados assuntos. Quando encontramos uma explicação, nos tornamos exultantes e ávidos por compartilhar o achado. 


• O que é uma Fake News?

São notícias e informações falsas, distorcidas, mas com aparência de verdade. Geralmente serve para nutrir, abastecer, confirmar, fundamentar e solidificar uma crença preexistente sobre um tema qualquer. A manipulação é o objetivo principal dos criadores das Fake News.


• Mentira - O que é?

A mentira define-se como uma declaração intencionalmente não verdadeira feita a outro homem. (Kant).

 

• Boatos.

A palavra boato vem do latim boatus ("mugido, berro do boi"). No séc. 17, o Padre Vieira utilizava o termo para se referir a uma "gritaria; alvoroço". Pouco a pouco, no entanto, boato passou a designar aquela informação, geralmente mal intencionada e sem fundamento algum.


• O que é uma crença?

Crença é o estado psicológico em que um indivíduo adota e se detém a uma proposição ou premissa para a verdade, ou ainda, uma opinião formada ou convicção.


• O cético.

Literalmente aquele que reflete, que indaga, olha, vistoria, pesquisa, analisa, observa e questiona. Busca a verdade continuamente.


• O pensamento crítico.

Esse implica em questionamentos e avaliação da informação recebida.


O pensamento crítico é uma habilidade que precisa ser desenvolvida e praticada ao longo do tempo. Uma aptidão básica que pode ser usada para que se possa evitar repercutir uma notícia falsa, um boato, uma mentira aceita como verdade.


NOTÍCIAS FALSAS E A RESPONSABILIDADE SOCIAL 


Atribuímos valor a diferentes ideias com base no que é mais importante para nós. A partir do momento que uma informação é aceita como verdadeira, ela pode facilmente ser repercutida como verdade. 


Geralmente quem compartilha uma notícia falsa, o faz por acreditar ser real. Nosso cérebro não lida bem com a falta de explicação sobre determinados assuntos. Quando encontramos uma explicação, nos tornamos exultantes e ávidos por compartilhar o achado. 


• O que é uma Fake News?

São notícias e informações falsas, distorcidas, mas com aparência de verdade. Geralmente serve para nutrir, abastecer, confirmar, fundamentar e solidificar uma crença preexistente sobre um tema qualquer. A manipulação é o objetivo principal dos criadores das Fake News.


• Mentira - O que é?

A mentira define-se como uma declaração intencionalmente não verdadeira feita a outro homem. (Kant).

 

• Boatos.

A palavra boato vem do latim boatus ("mugido, berro do boi"). No séc. 17, o Padre Vieira utilizava o termo para se referir a uma "gritaria; alvoroço". Pouco a pouco, no entanto, boato passou a designar aquela informação, geralmente mal intencionada e sem fundamento algum.


• O que é uma crença?

Crença é o estado psicológico em que um indivíduo adota e se detém a uma proposição ou premissa para a verdade, ou ainda, uma opinião formada ou convicção.


• O cético.

Literalmente aquele que reflete, que indaga, olha, vistoria, pesquisa, analisa, observa e questiona. Busca a verdade continuamente.


• O pensamento crítico.

Esse implica em questionamentos e avaliação da informação recebida.


O pensamento crítico é uma habilidade que precisa ser desenvolvida e praticada ao longo do tempo. Uma aptidão básica que pode ser usada para que se possa evitar repercutir uma notícia falsa, um boato, uma mentira aceita como verdade. (Steven Pinker).


Waldez Pantoja

quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

A PROFUNDEZA QUE NÃO VEMOS


Não tenhamos a pueril ilusão, a imaturidade do tolo em desejar e acreditar, que as coisas sairão como queremos. Nada que está fora de nós está sob nosso controle.


Controlamos nossas ideias, pensamentos, crenças, nosso caráter, nosso juízo sobre as coisas, mas não os eventos aleatórios que dependem de fatores externos e não de nós mesmos. — pensamento estoico.


Nosso caráter depende de nós, a nossa reputação depende daquilo que pensam sobre nós, dos julgamentos. E quase sempre, a reputação é enganosa, porque ela é uma visão da capa e não do ela esconde.


Perder a esperança, jamais. Contanto que saibamos, que o triunfo depende de não depositar toda a esperança em eventualidades efêmeras, em pessoas que mudam de acordo com o vento que sopra. Pessoas que se vendem como mercadoria barata ao término da feira. 


Não conhecendo a profundeza, nos habituamos a julgar a partir da superfície, a ínfima parte que esconde a verdadeira essência das coisas. É de lá que brotam as mais impactantes mudanças de uma pessoa e a sociedade em que ela habita. A partir daquilo que não se vê.


Waldez Pantoja

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

O BAÚ DAS EMOÇÕES II

O termo emoção traz a seguinte ideia: mover, colocar em movimento, um conceito muito próximo da palavra motor, aquilo que faz com que algo se mova. Uma força geradora de uma ação em resposta a um determinado estímulo.


As emoções são necessárias, não são nem positivas nem negativas, apenas adaptativas. Nós é que tratamos de categorizá-las. Ou seja, tanto a raiva quanto a alegria, têm uma função. Quase sempre funcionam como um alerta.


Quando fora de controle, uma emoção pode se tornar uma verdadeira fonte de transtornos. Não devido a emoção em si, mas por causa da resposta acionada. Algumas respostas são rápidas e automáticas.


Nós temos a chave de dois velhos baús; os baús das emoções. Há sempre uma opção, e podemos decidir qual deles queremos abrir. Um irá  liberar boas recordações, o outro, algumas não tão agradáveis. Se não abrirmos com frequência, a fechadura fica emperrada.


De repente, uma lembrança, quem sabe alguma experiência desagradável, isso aciona a mesma emoção sentida em um tempo que não mais nos pertence, o passado.


Precisamos parar de vez em quando e fazer um balanço. Sentar e determinar em nosso íntimo o que tem realmente valor e o que não tem. (Sharon Lebell).


"É estupidez pedir aos deuses aquilo que se pode conseguir sozinho." (Epicteto). Agora é uma decisão: qual baú queremos abrir? 


Waldez Pantoja





domingo, 25 de dezembro de 2022

QUAIS SÃO AS PROMESSAS PARA O PRÓXIMO ANO?

 


Muitas das promessas diárias são apenas conversas sem nenhum comprometimento com a sua realização. Para o que servem, não se sabe bem ao certo, mas nos distraem.

Para muitos, haverá uma troca; a satisfação momentânea cederá lugar, e a promessa não se realizará mais uma vez. Não pela falta de oportunidade, mas pela ausência do comprometimento com a promessa.

O que é necessário para mudar uma pessoa é mudar sua consciência de si mesma. (Abraham Maslow). Essa mudança de consciência pode ser usada como uma ferramenta poderosa nas realizações.

Quer emagrecer, mas não consegue encarar uma guloseima sem que ela seja devorada imediatamente; quer passar em um concurso, mas não consegue dizer não aos diversos convites para a diversão com os amigos; quer aprender um novo idioma, mas racionaliza e logo diz que não nasceu para isso, ou está velho demais; promete ler 20 livros no ano, mas diz não ter tempo. A famosa  auto sabotagem em ação. Sequer nos damos conta da nossa falta de disciplina e comprometimento com a causa.

Promessas são ideias de esperança, mas é a ação munida da disciplina o que realmente nos move.

A satisfação momentânea e efêmera pode ser trocada por uma muito mais duradoura e com efeitos positivos em nossas vidas. O que acontece, é que não queremos esperar, temos medo de errar, não queremos nos preparar, não queremos "perder tempo", como se fôssemos senhores dele.

Forças que nos movem: foco, disciplina e ação podem nos levar longe, se não formos longe demais. "Que força é esta, eu não sei; tudo o que sei é que existe, e está disponível apenas quando alguém está num estado em que sabe exatamente o que quer e está totalmente determinado a não desistir até conseguir". (Alexander Graham Bell).

Qual a sua grande promessa para 2023?


Waldez Pantoja

sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

PROTEGENDO AS PRÓPRIAS EMOÇÕES

 


As nossas emoções estão sempre de prontidão. Havendo um estímulo, elas se manifestam. Algumas nos trazem imensa satisfação, outras minam as nossas forças e nos colocam em situação crítica. Em vista disso, precisamos aprender a proteger nossas emoções. 

Segundo Robert Leahy, as  emoções evoluíram para nos alertar, nos proteger e nos conectar uns aos outros,  independente de como venhamos a classificá-las, positivas ou negativas. Na verdade, são apenas adaptativas. 

De repente, somos emocionalmente sequestrados. As coisas saem do controle e já não mais apresentamos nenhum raciocínio lógico, nos tornamos máquinas de respostas automáticas e desenfreadas. Agredidos, falamos o que não devíamos, tentamos nos proteger a qualquer custo. Alto custo mesmo, porque certas emoções em certa intensidade, podem inclusive afetar nossa saúde física e mental.

Se alguma coisa externa lhe causa angústia, não é a coisa em si que o perturba, mas seu julgamento a respeito. E isso você tem o poder de eliminar agora. (Marco Aurélio, Meditações).

O que fazer? O que quer que alguém diga a seu respeito, não dê ouvidos; não é da sua conta. (Epiteto). A resposta é trabalhar a autoconsciência, ajustar nosso padrão diante dos estímulos propostos que são diários  e contínuos. 


Waldez Pantoja

quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

SEM COMPARAÇÕES, SOMOS ÚNICOS.

 

Comparações podem nos atrasar, nos levar a falhas terríveis, trazer aflições. A velocidade do coelho não incomoda a tartaruga, porque cada um vive segundo a sua própria natureza. No entanto, ambos avançam. 

Avançar sempre! Esse é um lema de alto valor para a vida. Não a velocidade, mas a continuidade.

Muitas vezes perdemos um tempo precioso quando nos concentramos nas comparações com os outros. Enquanto isso, deixamos de avançar e a vida passa, e nós, nos tornamos meros aflitos espectadores, atormentados pelo avanço dos mais velozes. 

A esperança é o único bem comum a todos os homens; aqueles que nada mais têm, ainda a possuem. (Tales de Mileto). 

Sem as comparações nada é grande nem pequeno; não há sábios nem estúpidos; não há perdedores. Nós nos tornamos sempre o número um quando olhamos para nós mesmos e reconhecemos nossos avanços diários.

Quem se apaixona por si mesmo não tem rivais. (Abraham Lincoln).

Aquele que conhece a si mesmo, se torna uma pessoa magnífica, que avança mesmo nos dias mais difíceis. Comprometidos conosco mesmos, somos um grande sucesso sempre.

Não nascemos grandes, e sim prontos para crescermos. Mas chega um momento em que começamos a acreditar nos limites, e então, perdemos a oportunidade de nos tornarmos grandes e valorosos.

Se há alguma comparação que realmente vale a pena, é quando percebemos que hoje somos melhores do que ontem. E amanhã seremos ainda melhores do que hoje.


Waldez Pantoja

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

QUEM OU O QUE NOS GOVERNA?

 


Mesmo antes de ler o texto a pergunta já deve ter sido respondida:  – "Ninguém me governa". Talvez não mesmo, embora, às vezes, nos coloquemos  sob certos governos alheios à nossa consciência.

Ninguém é suficientemente competente para governar outra pessoa sem o seu consentimento. (Abraham Lincoln). 

É preciso consentir, abrir mão da própria liberdade de agir e pensar por conta própria para deixar que o outro assuma o controle da nossa própria vida. E, inúmeras são essas influências nos dias atuais.

O escritor Alexandre Herculano, certa vez disse: "O homem é mais propenso a contentar-se com as ideias dos outros, do que a refletir e a raciocinar". Essa é uma maneira fácil de ser governado pelo outro; quando assumimos como verdade aquilo que ouvimos falar sem o mínimo de reflexão sobre o assunto proposto. Porque a ideia assumida como verdade, pode se mostrar um grande equívoco.

Busca a verdade por ti mesmo para que não te tornes vítima da tagarelice alheia, nem presa fácil do manipulador. Sem nunca esquecer, que quem não considera ideias contrárias, termina escravo das próprias opiniões e de crenças fúteis e inúteis.

É de bom alvitre o equilíbrio, o ceticismo, a busca antes de se comprometer com qualquer ideia propagada como verdade.


Waldez Pantoja