A fama, a reputação, a notoriedade e a gloria nos deixam inebriados. De repente, passamos a acreditar em opiniões superficiais sobres nós mesmos. Valorizamos a opinião dos outros e esquecemos da nossa, que na verdade tem valor muito superior.
Uma vez passado o efeito, o encanto, nos deparamos com a realidade que se esconde atrás dos aplausos e até ofuscam o brilho produzido artificialmente.
Reiteradamente lutamos e buscamos coisas supérfluas, aquilo que irá nos aflingir e intorpecer a nossa alma. Gostamos das ilusões, e às vezes, sequer as percebemos. Talvez, isso ocorra porque elas mascaram a realidade e nos reconcialiam com o ideal desejado mediante devaneios efêmeros que nos visitam dia após dia.
O esforço não pode ser apenas pela aparência para impressionar os outros, pois esses, pouco se importam com isso, eles já têm a própria vida de aparência para cuidar.
Felicidade também é escolha. Quem escolhe ser feliz tem todos os motivos do mundo a sua disposição. Assim também a tristeza; a raiva; a amargura; a inveja e outros...
Reagimos aos nossos julgamentos e opiniões— aos nossos pensamentos em relação às coisas, e não às coisas em si. (Ward Farnsworth).
Cada um de nós constrói o próprio castelo, e nele, escolhemos viver felizes ou infelizes. Aquele que aprende a ser livre, livre é.
Waldez Pantoja
Espec. Neurociências Clínica

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