Não é o quanto você tem, mas o quanto você oferece, oferta, cede, doa, compartilha. Não o que você tem, mas o que você esta disposto a abrir mão. Todos nós podemos ser ricos doadores. Todos temos algo de bom a oferecer.
Para muitos a medida do sucesso sempre esteve ligada ao ter, e quem tem mais acredita ser bem mais sucedido. Nada de errado quanto ao ter, mas sim ao que se tem como medida de sucesso.
Quando alguém trabalha apenas para obter bens materias, ele pode deixa de possuir e passar a ser possuído pelos seus próprios bens. Sofre só de pensar que há sempre uma possibilidade de perder tudo, e assim, quer mais, deseja mais. Sem medida, deixa de ser dono para ser propriedade de sua própria ganância.
Chega um momento na vida em que se aprende que talvez haja muito mais coisas a se livrar do que conquistar. A inveja; as crenças limitantes; a mágoa e o rancor; a culpa; o preconceito; a intolerância; o ódio; o sarcasmo; o desrespeito; o vitimismo; o negativismo; vicios e tantos outros para nos livrarmos.
Quando nos livramos dessas, conquistamos estas: a paz de espirito; o amor; a felicidade, o bem-estar; o respeito; a admiração; e tantos outros atributos que convertem pessoas em um mundo melhor.
São coisas das quais nos tornamos dependentes e causam terríveis danos à saúde física e mental, e aí, já não somos possuidores, donos, proprietários, apenas escravos, prisioneiros e incapacitados.
Waldez Pantoja

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