Quanta pressa para julgar, demora para amparar. Quanta pressa para impedir, demora para acudir. Choque de ideias prontas a colidir.
Faz, desfaz, lança e nada alcança, quase tudo lambança. Estardalhaço que causa grande embaraço. Perdas, estragos, medos, talvez enredo de bêbados.
Deve existir um meio termo, quem sabe um lugar onde os dias e as noites não sirvam apenas para divagar, quem dera fosse um afável acariciar.
Luto contra o luto, que resoluto, quero acreditar, que todos descansam em um bom lugar. Difícil não aceitar ou até mesmo ignorar.
Amanhã quando todos partirmos, outro assumirá o nosso lugar. É de bom alvitre não duvidar, pois, aquilo que construímos, isso é o que há de ficar.

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