
Uma quantidade considerável de pessoas são sujeitas a falsas memórias.
Este é o resultado de um estudo sobre falsas memórias. O psicólogo Dr. Kimberley Wade demonstra que, se nos é dito sobre um evento completamente fictício ou falso de nossas vidas, e repetidamente imaginarmos sobre o evento, quase metade de nós aceitaria como verdade a ocorrência de um fato que jamais ocorreu.
Ou seja, a frase que diz: "uma mentira contada mil vezes se torna verdade", faz todo sentido para uma parte considerável da população.
Ao fazer perguntas ou interrogar crianças, dependendo da forma como isso é feito, Falsas Memórias podem ser "implantadas", e elas assumem como verdade algo que jamais ocorreu. Todo cuidado é pouco, ao investigar por exemplo, sobre abusos, maus tratos, e outros, quando crianças estão envolvidas.
Algo muito grave ocorreu no Brasil anos atrás, 1994, em um episódio conhecido como o caso da Escola Base. Abusos de crianças, que mais tarde se descobriu terem sido os dados manipulados e os depoimentos obtidos das crianças, também distorcidos de forma a condenar os acusados de maneira apressada.
Quando desejamos algo ardentemente, fica mais fácil, que falsas memórias sejam implantadas em nossa mente, a partir daí, torna-se difícil distinguir entre real e imaginário. Para Michael Shermer, após criada a crença, o cérebro irá buscar formas para confirmar e fortificar ainda mais a crença.
O próprio cérebro faz pouca ou quase nenhuma diferença entre pensar e realizar.
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