75% do nosso corpo é composto de água. Passávamos pelo menos um terço de nossas vidas dormindo. Atualmente isso mudou para muitos. Hoje não mais precisamos caçar para nos alimentarmos, basta abrir a geladeira, sem nenhum esforço físico e o alimento está lá, muitas vezes até pré cozido. É só mastigar.
Nos últimos 50 anos as doenças autoimunes triplicaram. Diabetes tipo 1, psoríase, lúpus, esclerose múltipla, doença celíaca, fibromialgia, problemas na tireoide, entre outras de altíssima gravidade.
Falar de genética é falar de fatores desencadeadores dessas doenças. Gatilhos ambientais que respondem no “curto prazo”. Uma vez que o genoma humano não poderia mudar tão repentinamente assim. A epigenética, novo ramo da ciência, explica grande parte desses fatores ambientais influenciando a expressão gênica.
Viver mais sem qualidade de vida, não parece ser uma Ideia plausível. O ideal é que se viva bastante com o máximo de saúde em todos os sentidos. Não apenas a saúde física estrita, mas também a mental, social, financeira, emocional e tantas outras áreas.
Mas o que tudo isso tem a ver com comer mais e durar menos? Na verdade não é somente a quantidade, mas também a qualidade daquilo que comemos.
A vida hodierna tem nos levado a perda da qualidade de vida. Entre tantos fatores pode-se citar; a má alimentação, noites de sono mal dormidas, sedentarismo, o estresse diário, e, todos esses fatores contribuem para um sistema imunológico deficitário, não funcional. O que culmina com o desenvolvimento de doenças cada vez mais graves e resistentes a tratamentos convencionais. O estilo de vida moderna tem grandes efeitos negativos quando o assunto é qualidade de vida. As doenças cerebrovasculares e cardíacas, estão sempre no topo da lista das causas de mortes no mundo.
Alimentos transgênicos estão abarrotando os supermercados, que são a grande fonte de nossa alimentação. Alimentos processados de maneira tal, a agradar e nos fazer querermos repetir doses ainda maiores. Basta pensar e a boca já se enche de água. Salivamos ao menor sinal das guloseimas expostas nas gôndolas dos grandes mercados. Um cheiro, um único pensamento, uma frase que nos chama a atenção, o apelo é enorme. Quase tudo tem uma base de glúten geneticamente modificado. Açúcares, sal e gorduras maléficas em grande abundância.
Há poucos estudos em andamento sobre o efeito dos transgênicos em longo prazo, e os que estão em andamento, tem financiamento daqueles em que o maior interesse é demonstrar, que tais alimentos são super saudáveis. Os próprios produtores. Mas pesquisas feitas com animais, já nos dão certo vislumbre dos efeitos em humanos.
Em um estudo realizado na França com ratos, demonstrou-se, que 70% dos animais alimentados com transgênicos, morreram prematuramente de câncer.
Alguns alimentos geneticamente modificados; O trigo (grande fonte de glúten), a soja, milho, alfafa, algodão, diversos óleos produtos de sementes geneticamente modificadas, açúcar, frutas, legumes, a ração que engorda o gado, o frango, e até peixes criados em cativeiro, são apenas uma ínfima parte.
Nossos avós comiam quase tudo que comemos hoje, mas não produtos geneticamente modificados. Também não eram sedentários. O trigo por exemplo, não constituía porcentagens altas do total alimentar. E, também não tinham o mesmo nível de estresse, nem dormiam tão tarde e com tão pouca qualidade quanto hoje.
Sabe-se hoje que 95% da serotonina (hormônio do bem estar), é produzido nas regiões intestinais. Ou seja, um intestino não funcional, significa baixa produção desse hormônio que pode ser causar inclusive da depressão. 80% do sistema imunológico também é processado no intestino. Tamanha a é importância de se ter um intestino saudável.
Diante do exposto, a pesquisadora americana Dra. Amy Myers, fez um amplo levantamento desses fatores e o resultado não é nada animador. Mas, felizmente, é possível sim, adequar a nossa alimentação e estilo de vida de maneira tal, a nos proporcionar qualidade de vida, não apenas na velhice, mas também na juventude.
Muitas doenças degenerativas têm sido relacionadas com o intestino, inclusive a doença de Parkinson. e outras.
Myers faz seu relato no livro: Doenças Autoimunes. E vários são os conselhos para que possamos fazer tais ajustes, e quem sabe, até envolver a própria família e amigos em busca de uma vida saudável com qualidade.
Nos últimos 50 anos as doenças autoimunes triplicaram. Diabetes tipo 1, psoríase, lúpus, esclerose múltipla, doença celíaca, fibromialgia, problemas na tireoide, entre outras de altíssima gravidade.
Falar de genética é falar de fatores desencadeadores dessas doenças. Gatilhos ambientais que respondem no “curto prazo”. Uma vez que o genoma humano não poderia mudar tão repentinamente assim. A epigenética, novo ramo da ciência, explica grande parte desses fatores ambientais influenciando a expressão gênica.
Viver mais sem qualidade de vida, não parece ser uma Ideia plausível. O ideal é que se viva bastante com o máximo de saúde em todos os sentidos. Não apenas a saúde física estrita, mas também a mental, social, financeira, emocional e tantas outras áreas.
Mas o que tudo isso tem a ver com comer mais e durar menos? Na verdade não é somente a quantidade, mas também a qualidade daquilo que comemos.
A vida hodierna tem nos levado a perda da qualidade de vida. Entre tantos fatores pode-se citar; a má alimentação, noites de sono mal dormidas, sedentarismo, o estresse diário, e, todos esses fatores contribuem para um sistema imunológico deficitário, não funcional. O que culmina com o desenvolvimento de doenças cada vez mais graves e resistentes a tratamentos convencionais. O estilo de vida moderna tem grandes efeitos negativos quando o assunto é qualidade de vida. As doenças cerebrovasculares e cardíacas, estão sempre no topo da lista das causas de mortes no mundo.
Alimentos transgênicos estão abarrotando os supermercados, que são a grande fonte de nossa alimentação. Alimentos processados de maneira tal, a agradar e nos fazer querermos repetir doses ainda maiores. Basta pensar e a boca já se enche de água. Salivamos ao menor sinal das guloseimas expostas nas gôndolas dos grandes mercados. Um cheiro, um único pensamento, uma frase que nos chama a atenção, o apelo é enorme. Quase tudo tem uma base de glúten geneticamente modificado. Açúcares, sal e gorduras maléficas em grande abundância.
Há poucos estudos em andamento sobre o efeito dos transgênicos em longo prazo, e os que estão em andamento, tem financiamento daqueles em que o maior interesse é demonstrar, que tais alimentos são super saudáveis. Os próprios produtores. Mas pesquisas feitas com animais, já nos dão certo vislumbre dos efeitos em humanos.
Em um estudo realizado na França com ratos, demonstrou-se, que 70% dos animais alimentados com transgênicos, morreram prematuramente de câncer.
Alguns alimentos geneticamente modificados; O trigo (grande fonte de glúten), a soja, milho, alfafa, algodão, diversos óleos produtos de sementes geneticamente modificadas, açúcar, frutas, legumes, a ração que engorda o gado, o frango, e até peixes criados em cativeiro, são apenas uma ínfima parte.
Nossos avós comiam quase tudo que comemos hoje, mas não produtos geneticamente modificados. Também não eram sedentários. O trigo por exemplo, não constituía porcentagens altas do total alimentar. E, também não tinham o mesmo nível de estresse, nem dormiam tão tarde e com tão pouca qualidade quanto hoje.
Sabe-se hoje que 95% da serotonina (hormônio do bem estar), é produzido nas regiões intestinais. Ou seja, um intestino não funcional, significa baixa produção desse hormônio que pode ser causar inclusive da depressão. 80% do sistema imunológico também é processado no intestino. Tamanha a é importância de se ter um intestino saudável.
Diante do exposto, a pesquisadora americana Dra. Amy Myers, fez um amplo levantamento desses fatores e o resultado não é nada animador. Mas, felizmente, é possível sim, adequar a nossa alimentação e estilo de vida de maneira tal, a nos proporcionar qualidade de vida, não apenas na velhice, mas também na juventude.
Muitas doenças degenerativas têm sido relacionadas com o intestino, inclusive a doença de Parkinson. e outras.
Myers faz seu relato no livro: Doenças Autoimunes. E vários são os conselhos para que possamos fazer tais ajustes, e quem sabe, até envolver a própria família e amigos em busca de uma vida saudável com qualidade.
A seguir alguns conselhos úteis
• Boa noite de sono reparador. Pelo menos 7,5 horas. Adolescentes e crianças precisam de mais horas de sono.
• Praticar exercícios físicos vigorosos. Aeróbicos.
• Eliminar por completo o glúten que é fonte de processos inflamatórios e deixa o intestino permeável.
• Cuidar da saúde intestinal. Um intestino permeável pode desencadear uma série de doenças. Muitas inclusive quando abusamos dos de anti inflamatórios e antibióticos que matam as bactérias benéficas que vivem em nosso corpo.
• A hidratação. Entre dois a dois litros e meio de água dependendo da estrutura física e atividade.
• Evitar os laticínios e seus excessos.
• Evitar os excessos de carboidratos.
• Preferir uma dieta com base em alimentos orgânicos. Agrotóxicos são fonte de várias doenças inflamatórias.
• Buscar controlar o estresse crônico. Um estado de prontidão permanente debilita todo o sistema imunológico.
• Controlar infecções.
• Álcool, frituras, sal e açúcares, devem ser evitados
• Tomar pelo menos meia hora de sol todos os dias. Desta forma a vitamina “D” é sintetizada no corpo.
• A meditação tem grandes resultados positivos no controle do estresse também.
• Cuidado com a quantidade e qualidade dos alimentos. Alimentos saudáveis em grandes quantidades, se tornam venenos.
A interação Social é muito importante. Desde que seja saudável. Que eleve nossos níveis de serotonina, dopamina, oxitocina e endorfinas.
Alimentos tanto podem curar quanto nos adoecer e até matar. A chamada Medicina funcional tem por base a cura com base nos alimentos e o controle do ambiente que nos afeta. Aquilo que comemos, determina nosso nível de saúde. A medicina convencional busca a cura nos fármacos, drogas que sempre trazem efeitos colaterais, às vezes, tão graves quanto a própria doença.
Conclui-se que, a genética nem sempre é determinante. Para que muitas doenças se desenvolvam, é necessário um gatilho que dispare, ative aquele gene que vai nos afetar.
• Boa noite de sono reparador. Pelo menos 7,5 horas. Adolescentes e crianças precisam de mais horas de sono.
• Praticar exercícios físicos vigorosos. Aeróbicos.
• Eliminar por completo o glúten que é fonte de processos inflamatórios e deixa o intestino permeável.
• Cuidar da saúde intestinal. Um intestino permeável pode desencadear uma série de doenças. Muitas inclusive quando abusamos dos de anti inflamatórios e antibióticos que matam as bactérias benéficas que vivem em nosso corpo.
• A hidratação. Entre dois a dois litros e meio de água dependendo da estrutura física e atividade.
• Evitar os laticínios e seus excessos.
• Evitar os excessos de carboidratos.
• Preferir uma dieta com base em alimentos orgânicos. Agrotóxicos são fonte de várias doenças inflamatórias.
• Buscar controlar o estresse crônico. Um estado de prontidão permanente debilita todo o sistema imunológico.
• Controlar infecções.
• Álcool, frituras, sal e açúcares, devem ser evitados
• Tomar pelo menos meia hora de sol todos os dias. Desta forma a vitamina “D” é sintetizada no corpo.
• A meditação tem grandes resultados positivos no controle do estresse também.
• Cuidado com a quantidade e qualidade dos alimentos. Alimentos saudáveis em grandes quantidades, se tornam venenos.
A interação Social é muito importante. Desde que seja saudável. Que eleve nossos níveis de serotonina, dopamina, oxitocina e endorfinas.
Alimentos tanto podem curar quanto nos adoecer e até matar. A chamada Medicina funcional tem por base a cura com base nos alimentos e o controle do ambiente que nos afeta. Aquilo que comemos, determina nosso nível de saúde. A medicina convencional busca a cura nos fármacos, drogas que sempre trazem efeitos colaterais, às vezes, tão graves quanto a própria doença.
Conclui-se que, a genética nem sempre é determinante. Para que muitas doenças se desenvolvam, é necessário um gatilho que dispare, ative aquele gene que vai nos afetar.
Fonte: Livro “Doenças Autoimune”. Amy Myers (2017)

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