A felicidade se manifesta tanto na presença quanto ausência. Só não é presença continua, nem também ausência continua.
Felicidade é um momento, um instante, mas que provoca em nós um desejo ardente de constância. Desejamos que jamais acabe, no entanto, se assim fosse, já não seria felicidade. Pensando assim, seria apropriado o termo estar feliz, ao invés de ser feliz. Porque há momentos de felicidade e também de infelicidade.
Felicidade é um desejo permanente, mas uma ocorrência eventual. (Mário Sérgio Cortela).
Como alguém poderia estar feliz se não lhe faltasse absolutamente nada? Como seria possível estar feliz se não soubéssemos o que é infelicidade? Um estado de contrastes de onde surge o valor atribuído.
A felicidade não pode depender do outro, não pode depender de conquistas materiais, porque aí, se configura dependência, o que é diferente de felicidade.
Porque o espetáculo da vida é viver. Viver sem obrigatoriedade da busca pela felicidade, se isso se torna uma obsessão, a felicidade foge, se esconde de nós. O momento feliz basta por si só, ele surge e nós vivemos, aproveitamos.
Felicidade é um desejo permanente, mas uma ocorrência eventual. (Mário Sérgio Cortela).
Como alguém poderia estar feliz se não lhe faltasse absolutamente nada? Como seria possível estar feliz se não soubéssemos o que é infelicidade? Um estado de contrastes de onde surge o valor atribuído.
A felicidade não pode depender do outro, não pode depender de conquistas materiais, porque aí, se configura dependência, o que é diferente de felicidade.
Porque o espetáculo da vida é viver. Viver sem obrigatoriedade da busca pela felicidade, se isso se torna uma obsessão, a felicidade foge, se esconde de nós. O momento feliz basta por si só, ele surge e nós vivemos, aproveitamos.
Felicidade é ainda um momento vivido, sem reflexão, sem questionamentos. Se ousarmos em questionamentos, ela se retira. Viva apenas!
Pensei, escrevi.

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