Quando busco a resposta para esta pergunta, sempre me deparo atribuindo valor às coisas, dando sentido a elas, ou ignorando-as por completo, sem valor algum. Algumas valem mais, outras menos. Algumas fazem maior sentido, outras menor ou nenhum. Mas nunca valor por si mesmas, até que eu mesmo lhes atribua algum valor.
Pensando assim, o carro velho do necessitado terá para ele valor inestimável maior do que aquele carrão de luxo do milionário que dele não necessita. Perdê-lo, mantê-lo, não o afetará tanto quanto o carro velho do necessitado.
O que tem maior valor, um copo com água ou um saco cheio de dinheiro, cheio de ouro? Depende das circunstâncias.
Não são as coisas do lado de fora que nos dão sentido. Nós é que lhes damos sentido, imprimimos significado e valor a tudo.
Muitas vezes se valoriza muito mais aquilo que não se tem, enquanto isso, o que já se tem é desvalorizado, deteriorado. Um gasto energético enorme para mais tarde descobrirmos que perdemos tempo valorizando algo que na verdade não valia tanto. Um terrivel erro no julgamento de valor.
Quanto vale?

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