Meu mundo, meu mundo.
Cada um de nós tem um mundo inteiro dentro de nós. Nosso próprio mundo. Como podemos achar que temos a capacidade de viver o mundo do outro? Nem compreendê-lo é possível, porque as ferramentas que usamos para decodificar o outro, são as mesmas que usamos para justificar a nós mesmos. Nesse sentido, nos encontramos limitados dentro do nosso próprio eu. Com diálogo e boa comunicação, pode-se chegar a um acordo de paz e boa convivência.
Culpar o outro não nos torna melhor, apenas nos faz sentirmos bem momentâneamente, mas logo passa.
Tanto o passado consciente quanto o inconsciente podem influenciar nosso presente, jamais determiná-lo. A não ser que assim queiramos ou nos sintamos momentaneamente incapazes de assumir o controle da própria vida, usando o determinismo como justificativa para o comodismo mórbido.
Waldez Pantoja

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