Enquanto muitos questionam sobre qual seria o sentido da vida, outros tratam de viver e dar sentido a ela. Sim! Somente vivendo de verdade e não apenas assistindo os outros, é que começamos a atribuir valor a vida.
Mas o que seria viver de verdade? Para esta pergunta, o próprio pensador deverá fazer sua melhor análise e responder ele mesmo. Como nossas experiências são distintas, e cada experiência nos leva a uma reflexão, naturalmente que, as respostas também serão variadas, dada a individualidade de cada um. Nenhuma mais ou menos importante. O mais importante é entendermos que nós mesmos atribuímos sentido a vida.
Quando se pensa sobre a vida, uma boa analogia seria a massa de modelar que as crianças tanto adoram, eu também.
De posse da massa de modelar, as crianças criam, fazem, refazem, montam, desmontam, e começam tudo de novo. Aí está a graça da massinha, essa capacidade plástica, a possibilidade de a todo instante criar novas formas, que brotam com as ideias, sentem-se autênticas e produtivas.
Não foram poucos os filósofos e religiosos que um dia se detiveram a pensar sobre a vida e seu propósito. A geração atual também continua com tal questionamento. Alguns pensam mais, outros menos. Mas em algum momento da vida, todos nós paramos e buscamos uma resposta.
As mudanças atuais se apresentam tão volumosas e rápidas, que mal nos adaptamos a uma novidade, e já surgem diversas outras com enorme poder de nos influenciar. Desafios propostos todos os dias. Cada época com seus próprios desafios.
Os antigos, nossos antepassados também tiveram seus desafios e precisaram superá-los. Por isso, estamos aqui hoje, graças ao esforço deles. Aprendizagem contínua é a palavra de ordem desde a antiguidade até os dias atuais. Aprendemos hoje para que haja melhoramento também da geração futura.

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